Ofereço-te a minha sensatez e concedo-te o meu desatino.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Escrevo

Escrevo palavras soltas. Escrevo ideias confusas. Escrevo para mim. Escrevo para ninguém. Escrevo nada. Escrevo tudo. Escrevo para desabafar. Escrevo para chorar. Escrevo para me libertar. Escrevo para sorrir. Escrevo para mostrar quem realmente sou. Os motivos pelos quais eu escrevo são infinitos, mas se eu escrevo é porque me faz bem. Escrevo para me distrair, para me divertir. Escrevo para focar a minha mente em um único assunto. Faço isso porque o meu pensamento vaga por diferentes lugares e em diferentes pessoas ao mesmo tempo. Meu poder de concentração não é dos melhores. Mas se escrevo, tudo muda. Eu me dedico à escrita tanto quanto eu tento ter atenção com meus cálculos. Sim, meu cérebro se divide entre números e letras e isso simplesmente me fascina. Para completar, ambos soam em mim como música. Eu escrevo também para cantar. Canto também para me libertar. Canto por prazer, canto porque amo. Por mais louco que pareça, eu sou feliz assim. Eu só esqueci de citar o amor. Na verdade eu não esqueci, porque se letras, números e músicas me fazem feliz, eu os amo. E na vida não pode faltar amor. Amar é essencial. Amar é principal. Amar é racional e irracional simultaneamente. Amar é vital. Nenhum ser humano vive sem amor. Arrisco-me a dizer que nenhum ser vivo vive sem amor, pois até os animais e as plantas necessitam ser amados. Amar é ajudar. Amar é cuidar. Eu escrevo, eu canto, eu amo. Eu escrevo para loucos como eu.


L.Z.
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2 comentários:

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