Ofereço-te a minha sensatez e concedo-te o meu desatino.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Perdida

Eu, parada no tempo
E o tempo passando ao redor,
Correndo, sem rumo e sem medo do pior
Mas eu tenho medo desse medo que me invade
Tudo acontece e nada me deixa à vontade
Desejo que o tempo volte
E eu possa ser feliz novamente
Não quero a preocupação dos outros
Eu quero que você volte
Você de volta para mim

O que dizer das lágrimas
que insistem em cair dos meus olhos?
Eu não permiti isso
Elas simplesmente caem contra a minha vontade
Nada mais pode ser pior do que essa dor
Que a cada lágrima que escorre, fica pior
Achei que não pudesse piorar, fui ingênua
Percebi que está tudo errado agora
E que antes tínhamos um ao outro
Mesmo com milhares de problemas
Nós éramos um só

Hoje estou rompida, partida ao meio
Sem a outra parte de mim
Já não consigo pensar direito
As conclusões são confusas o bastante
para me deixar perdida
Sim, é como estou: perdida.


L.Z.
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